Por Felipe Calabresi – Blog Bicada
No Dia do Canhoto, é impossível não lembrar dos gênios que transformaram a perna esquerda em pura arte. No futebol, existem jogadores que são bons com a esquerda, e existem aqueles que fazem dela uma varinha mágica. Seja com passes milimétricos, dribles desconcertantes ou chutes indefensáveis, os canhotos sempre tiveram um charme especial, capaz de decidir jogos e marcar eras. Nesta lista, reunimos craques da perna esquerda que escreveram seus nomes na eternidade do esporte.
Diego Maradona – El Pibe de Oro
O maior símbolo da genialidade canhota. Maradona não apenas jogava futebol, ele o reinventava a cada toque. Campeão do mundo em 1986, autor do “Gol do Século” e da famosa “Mão de Deus”, foi pura paixão e magia em campo.
Lionel Messi – La Pulga Mágica
Sete vezes melhor do mundo, campeão mundial em 2022 e dono de números astronômicos. Messi é a prova viva de que a canhota pode ser perfeita, combinando drible, visão e finalização como nenhum outro jogador.
Rivaldo – O Canhoto Imortal
Com um estilo elegante e eficiente, Rivaldo marcou época no Barcelona e na Seleção Brasileira. Campeão da Copa de 2002, colecionou gols antológicos de fora da área e voleios que entraram para a história.
Roberto Rivellino – O Pai do Elástico
Ídolo do Corinthians e campeão do mundo em 1970, Rivellino é lembrado como um dos maiores dribladores que o Brasil já viu. Sua canhota potente e criativa aterrorizava defesas pelo mundo.
Gérson – O Canhotinha de Ouro
O cérebro da Seleção de 1970. Com passes cirúrgicos e visão de jogo incomparável, Gérson comandava o meio-campo com a tranquilidade de um maestro, sempre ditando o ritmo do espetáculo.
Ferenc Puskás – O Major Galopante
Lenda do futebol húngaro e do Real Madrid, Puskás foi um dos maiores artilheiros da história, com mais de 700 gols oficiais. Sua canhota era sinônimo de precisão e poder.
Roberto Carlos – O Foguete Humano
Dono de uma das pernas esquerdas mais potentes do futebol, Roberto Carlos marcou gols que desafiam a física. Multicampeão pelo Real Madrid e pela Seleção, eternizou-se como o lateral que reinventou a posição.
Marcelo – O Magia da Lateral
Sorriso no rosto e talento nos pés. Marcelo encantou no Real Madrid com dribles ousados, passes improváveis e títulos em profusão. É um dos maiores laterais da história do futebol.
Tostão – O Inteligente da Área
Campeão mundial em 1970, Tostão compensava a ausência de força física com inteligência, visão de jogo e uma canhota que parecia prever o futuro das jogadas.
Alex – O Maestro de Curitiba
Ídolo no Palmeiras, Cruzeiro e Fenerbahçe, Alex era pura visão de jogo. Seus passes e cobranças de falta com a esquerda se transformaram em poesia nos gramados.
Adriano Imperador – A Força da Esquerda
Um canhoto de rara potência física e técnica. Adriano marcou época na Inter de Milão e na Seleção com chutes devastadores e presença de área imponente.
Gareth Bale – O Raio Galês
Velocidade absurda e um chute mortal. Bale brilhou no Tottenham e, principalmente, no Real Madrid, decidindo finais de Champions com gols antológicos.
Arjen Robben – O Corte Letal
Mesmo todo mundo sabendo o que ele faria, ninguém conseguia parar: cortar para a esquerda e finalizar. Robben brilhou no Chelsea, Real Madrid, Bayern e na seleção holandesa.
Mohamed Salah – O Faraó Veloz
Ídolo no Liverpool, Salah combina velocidade, drible e finalização precisa com a esquerda. Protagonista de uma das eras mais vitoriosas dos Reds.
Marta – A Rainha do Futebol
Se o futebol tivesse um trono, Marta seria a soberana. Eleita seis vezes melhor do mundo, a craque brasileira encantou gerações com sua habilidade e gols decisivos.
A história do futebol está recheada de grandes jogadores, mas esses canhotos transformaram a perna esquerda em algo divino — e, mais importante, inesquecível.